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domingo, 7 de junho de 2009

O Tempo

A vida é o dever que nós trouxemos para fazer em casa.
Quando se vê, já são seis horas!
Quando se vê, já é sexta-feira!
Quando se vê, já é natal...
Quando se vê, já terminou o ano...
Quando se vê perdemos o amor da nossa vida.
Quando se vê passaram 50 anos!
Agora é tarde demais para ser reprovado...
Se me fosse dado um dia, outra oportunidade, eu nem olhava o relógio.
Seguiria sempre em frente e iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas...
Seguraria o amor que está a minha frente e diria que eu o amo...
E tem mais: não deixe de fazer algo que gosta devido à falta de tempo.
Não deixe de ter pessoas ao seu lado por puro medo de ser feliz.
A única falta que terá será a desse tempo que, infelizmente, nunca voltará.

Mário Quintana

sexta-feira, 27 de março de 2009

Você corre riscos???

Rir é correr o risco de parecer tolo.
Chorar é correr o risco de parecer sentimental.
estender a mão é correr o risco de se envolver.
Expor seu sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu.
Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas.
Amar é correr o risco de morrer.
Confiar é correr o risco de se decepcionar.
tentar é correr o risco de fracassar.
Mas os riscos devem ser corridos, porque o maior perigo é não arriscar nada,.
Há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada, não são nada.
Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não mudam, não crescem, não amam, não vivem.
Acorrentadas por suas atitudes, viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre!

Sêneca

(Enviado por Natália Santos)

domingo, 22 de março de 2009

Empatia de amigo

Um garoto entrou numa loja de animais de estimação, procurando por um filhote de cachorro. O dono da loja lhe mostrou uma cria dentro de urna caixa. O garoto olhou os filhotes, pegou um por um, examinou e colocou de novo na caixa.

Depois de algum tempo, foi até o dono novamente e disse: — Já escolhi um, quanto vai custar?

O dono lhe disse o preço e o garoto prometeu voltar logo com o dinheiro:
— Não demore muito, — avisou o dono — filhotes como esses são vendidos rapidamente.

O garoto se virou e deu um sorriso confiante:
— Não estou preocupado, — disse ele — o meu ainda vai estar lá. – E foi atrás de algum trabalho: soldar, lavar janelas, limpar jardins. Ele trabalhou duro e economizou dinheiro, e assim que conseguiu o bastante para comprar o cachorro, retornou à loja.

Foi até o balcão e ali colocou um pacote com um maço de notas. O dono da loja as separou e começou a contar o dinheiro. Depois de verificar o valor, sorriu para o garoto e disse:
— Tudo bem, filho, pode ir pegar seu cachorrinho.

O garoto foi até o fundo da caixa, pegou um cachorro magricela com uma perna manca e começou a deixar a loja. O dono então o interrompeu:
— Não leve esse filhote. — advertiu — Ele é aleijado, não pode brincar. Não vai correr com você, nem buscar o osso que atirar. É melhor escolher um que esteja em bom estado.

— Não senhor, obrigado, — o menino respondeu — este é exatamente o tipo de cachorro que estou procurando.

Quando o garoto se virou para sair, o dono da loja ia começar a falar, mas ficou em silêncio. De repente, quando caiu em si, viu que na barra da calça do menino tinha um suporte, um suporte para sua perna aleijada.

Por que o menino quis aquele cachorro? Porque ele sabia como o animal se sentia e sabia que ele era especial.

de Max Lucado

Retirado do site: http://www.hermeneutica.com.br/

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

"Uma janela para o céu"


"A indescritível beleza de uma flor.
A graça de um pássaro voando alto.
O som do vento nas árvores:
Em algum momento de nossas vidas a natureza nos toca,
a você...a mim...
e a todos nós de alguma maneira pessoal e especial.
Seu imenso mistério nos revela um pouco de sua pureza,
e nos faz lembrar de uma Vida
que é maior do que os pequenos afazeres humanos".

(Joseph Cornell)

(retirado do livro de Joseph Cornell, 1998, editora Aquariana, p.19 e foto acima tirada por Fabrício M. Leite)

A Escola


" A escola é....
o lugar onde se faz amigos
não se trata só de prédios, salas, quartos,
programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
gente que trabalha, que estuda,
que se alegra, que se conhece, que se estima,
o diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
o aluno é gente,
cada funcionário é gente.
E a escola será cada vez melhor
na medida em que cada um
se comporte como colega, amigo, irmão,
Nada de 'ilha cercada de gente por todos os lados'.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
que não tem amizade a ninguém
nada pode ser como o tijolo que forma a parede,
indiferente, frio, só.
Importante na escola, não é só estudar, não é só trabalhar,
é também criar laços de amizade,
é criar ambiente de camaradagem,
é conviver, e se 'amarrar nela'!
Ora, é lógico...
numa escola assim vai ser fácil
estudar, trabalhar, crescer,
fazer amigos, educar-se,
ser feliz

de Paulo Freire

( retirado do site:www.paulofreire.org/escola_p.htm)

sábado, 17 de janeiro de 2009

A Escola que Queremos:

"Morada do Inventor"

Latas vazias de bebidas, caixas de fósforos, pedaços de papel de embrulho, fitas,
Brinquedos quebrados, xícaras sem asa, recortes e bichos, pessoas luas e estrelas,
Revistas e jornais lidos, retalhos de tecido, rendas, linhas, penas de aves, cascas de ovo,
Pedaço de madeira, de ferro ou de plástico.

Um dia, a professora deu partida e transformamos, colamos e colorimos:
E surgiram bonecos esquisitos, bichos de outros planetas, bruxas.
E coisas malucas que Deus não inventou.

Tudo o que nascia ganhava nome, pais, casa, amigos, parentes e país,
E nasceram histórias de rir ou de arrepiar!...
E a escola virou morada de inventor!

(Elias José)

Assim pensamos em escola, morada de inventor, onde a criança seje vista como um ser repleto de sonhos, desejos, imaginação, em busca de novas experiências e novos saberes.
Esse poema de Elias José, ilustra essa possibilidade de uma escola prazerosa e envolvente, ao qual tantos profissionais na área da educação desejam conquistar.


(Poema retirado do site: http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0133/aberto/mt_249313.shtml#topo)